conselhoCaio Ribeiro17 de mar. de 20221 min de leiturapassado é memória,futuro é desejo epresente é não saber
roubando AMMCaio Ribeiro11 de mar. de 20221 min de leituraanadesculpe se te pareço um ladrão(ou qualquer coisa que o valha)é que roubodesde criançadesde que leioassaltoaprendi as duas coisasjuntasnão escrevosem crimenão matosemverso.ana,não há caminho pra mim(não há caneta pra mim)só vontade de ter nas mãosletras suasentenda, anaque rouboporque sou bomnão por desejo. não sou bandido, masum roubador.roubo porque assimte pertenço a mimna páginaacumulo os frutosda noite de furtosuma letra tuaum título teuuma vontade de ser teu amigoou perguntar sobre aquele nome que parece com xícara quando pronunciado muito baixo.queria te mostrar a cômoda da minha bisavómas só roubando é queme visita, ana.em meus anagramas mais secretoso rasto-de-lãé salteadormas teu palíndromo é absoluto, anaé como revera luz azul.ana,te roubonão porque faz poesiacom o valorde ouromas porqueo que sua mão produzé uma filosofiapara minha mãocarentede cartografias.
cena da casa #1Caio Ribeiro10 de mar. de 20221 min de leituraaranha faz uma pequena teia entre a pia e a chaleirae percebo que pode ser casatudo que para e permanece.