inCaio Ribeiro29 de abr. de 20211 min de leituranorir e virdessaresolviao caminhomenos amploé o maisninhoseguracom forçao presentee o extendee expandecomo umaesmola...fui te chamar"instável"falei"instante"pra que poemas...
sem títuloCaio Ribeiro29 de abr. de 20211 min de leituradefender os poetasda poesiaa saber que o autor morreno segundo que o livro escorrede suas mãosrenasceentãoo leitorque inaugura o poematoda vez que lêreside aía tecnologiado poemainaugurar-setoda vez que é lidoum poema de mil autorasmil auroras e maiscem milhões demortes-vivaso poeta projetaseu poemae lança a mãopara que aquilotorne-sevinte mil vezesmais oucem mil vezes menosporqueo poemanão é nada maisque um conjuntode alfabéticosprojéteisa poesia éa forçatecnológicaproduzidano tempo de uma vidaque armadentro do olhode quem lêo fato que aconteceaquele remexidoas borboletas noestômagoa vontade de mortea sede de vidao ódio ou a iraé o leitor-leitoraquecriae portantoque escrevetoda poesiaque lê